O porta-retrato ao lado do notebook era o que não me deixava desistir. Os rostos felizes retratados na fotografia em sépia me lembrava que tinha o direito de tropeçar, fazer escolhas erradas e mandar tudo para onde o sol não bate as vezes. Eles estavam lá, para fazê-me rir, para fazê-me esquecer dos problemas de formas inusitadas. Naquela fotografia mal eu sabia que eles seriam para sempre.

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